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Léo e a Lari comparando duas opções em um quadro de vidro com um cliente

SISTEMAS PERSONALIZADOS + DECISÃO

Sistema próprio vale a pena? Como fazer a conta

Sistema próprio vale a pena quando o processo da empresa é o seu diferencial e as ferramentas prontas obrigam a equipe a trabalhar em volta delas. Para decidir, compare o custo total em alguns anos, e não só a mensalidade de um contra o orçamento do outro.

Quero avaliar se um sistema próprio compensa

Criado em e atualizado em por Léo ArnoldiLéo ArnoldiEspecialista em Marketing e IANo marketing desde 2007, cuida da base técnica de sites, sistemas e automações da Arnoldi Digital.Conheça o LéoLinkedInInstagram, no Marketing desde 2007.

Quando um sistema próprio vale a pena

Ferramenta pronta (o chamado SaaS, software que você assina e usa pela internet) resolve bem o que é comum a muitas empresas: financeiro, emissão de nota, CRM básico. O sistema próprio faz sentido quando o seu jeito de trabalhar não cabe nelas.

Processo é diferencial

A forma como você atende, calcula ou entrega é o que te diferencia, e a ferramenta pronta nivela isso.

Retrabalho diário

A equipe passa horas copiando dados entre ferramentas que não conversam.

Custo por usuário cresce

Cada pessoa nova na equipe aumenta a mensalidade de várias ferramentas ao mesmo tempo.

Como comparar o custo total

A comparação justa olha um período de alguns anos e inclui tudo que cada opção custa, não só o preço de tabela.

CustoFerramenta prontaSistema próprio
EntradaConfiguração e migração de dados.Desenvolvimento da primeira versão.
RecorrenteMensalidade, que costuma crescer por usuário ou por volume.Hospedagem, suporte e manutenção.
AdaptaçãoHoras da equipe contornando o que a ferramenta não faz.Evoluções pedidas conforme o processo muda.
IntegraçãoConectores pagos ou trabalho manual entre ferramentas.Integrações feitas sob medida.
SaídaDificuldade de levar os dados se quiser trocar.Código e dados ficam com a empresa, se isso estiver no contrato.
Exemplo ilustrativo

Valores fictícios, só para mostrar a conta, e não preços de mercado. Uma empresa paga R$ 1.500 por mês em ferramentas prontas, o que dá R$ 54.000 em três anos. Além disso, duas pessoas gastam 10 horas por semana copiando dados entre elas. Um sistema próprio custaria R$ 60.000 para desenvolver e R$ 1.200 por mês de manutenção, R$ 103.200 em três anos. Só na mensalidade, a ferramenta pronta ganha. Quando se coloca na conta o custo das horas perdidas e do erro de digitação, a diferença pode diminuir ou até se inverter. É essa conta que precisa ser feita com os números reais da sua empresa.

Quando não compensa

  • O processo ainda muda toda semana. Desenvolver em cima de algo que não está definido gera retrabalho.
  • Uma ferramenta pronta resolve 90% e o resto é costume. Às vezes vale adaptar a rotina.
  • Ninguém da empresa pode acompanhar o projeto. Sistema sob medida precisa de alguém do negócio decidindo.
  • Não existe orçamento para manter. O sistema continua custando depois da entrega.

Nesses casos, uma integração via API entre as ferramentas que você já tem, ou uma automação para a tarefa repetitiva, pode resolver com menos investimento.

O meio-termo: começar pequeno

  1. 1
    Mapeie o gargalo principal

    Onde a equipe perde mais tempo ou onde o erro custa mais caro.

  2. 2
    Resolva só essa parte

    Um módulo, uma integração ou uma tela que acabe com aquele problema.

  3. 3
    Use no dia a dia

    Deixe a equipe usar por algumas semanas e anote o que falta.

  4. 4
    Decida o próximo passo com dados

    Com o primeiro resultado, fica mais fácil saber se vale expandir.

Na Mondiale Turismo, por exemplo, o módulo de orçamentos foi planejado com escopo e wireframe aprovados antes do desenvolvimento, como uma evolução do site que já existia.

O que garantir no contrato

Antes de assinar um desenvolvimento

  • O código-fonte e os dados ficam com a sua empresa.
  • Está claro onde o sistema fica hospedado e quem paga.
  • Existe documentação para outro desenvolvedor conseguir dar manutenção.
  • O suporte depois da entrega está definido, com o que inclui e como é cobrado.
  • Mudanças de escopo têm um processo combinado.

Os riscos mais comuns durante o projeto estão detalhados em por que projetos de sistema dão errado.

Quer fazer essa conta com os seus números?

Se a sua empresa está entre continuar pagando várias ferramentas ou construir algo próprio, a conversa com a Arnoldi começa pelo processo: onde ele trava, quantas pessoas usa e quanto tempo se perde hoje.

A partir disso fica claro se o caminho é uma ferramenta pronta, uma integração ou o desenvolvimento de um sistema personalizado.

Quero avaliar se um sistema próprio compensa

A conversa acontece pelo WhatsApp, direto com a equipe.

Case realLogo de Alex Darc ProduçõesAlex Darc: gestão financeira dos eventos

Contexto: Produtora de eventos que precisava acompanhar despesas futuras e resultados de cada evento.

O que fizemos: Evolução do sistema de gestão com provisionamento de despesas, permissões, DRE, tutorial de uso e redesign do site.

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